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E quando um engenheiro faz um sabre luz, o que acontece?




James Hobson do canal "The Hacksmith" é um engenheiro que adora fazer projetos incriveis, um deles foi montar um sabre de luz que funcionasse mesmo na vida real, algo que só vimos até hoje sendo empunhados em Star Wars por Jedis e Siths e olha, isso ficou muito foda!

O que falar sobre todo esse empenho é que, o equipamento se trata do "primeiro sabre de luz retratil baseado em plasma do mundo". Seu punho, construído no estilo steampunk, é capaz de enviar um fluxo laminar de gás propano líquido comprimido e também de oxigênio, que queima a uma temperatura, pasmem, de 2,2 mil graus Celsius.

A queima, por sua vez, ocorre de forma concentrada através de bicos laminares utilizados pelos construtores de forma que permite o escape de um fluxo extremamente concentrado de gás, formando um feixe de plasma. Esses bicos são os mesmos utilizados na indústria para soprar o vidro incandescente e custam algo em torno de US$ 4 mil cada.

Mas como funciona o sabre de luz?

O primeiro efeito notável de um sabre de luz é a sua a cor. Ela é obtida por meio da adição de alguns produtos químicos à mistura. Exemplo: colocando cloreto de sódio – sal de cozinha, o feixe do sabre se torna amarelo, como o da Rey (Daisy Ridley) no Episódio IX: A Ascensão de Skywalker.

Ácido bórico torna o feixe verde, o cloreto de estrôncio deixa-o vermelho e o de cálcio traz uma cor âmbar.

O segundo item do sabre de luz, importante por sinal, é a energia, seria necessário uma usina nuclear para ser como a que vemos nos filmes, de acordo com Hobson. Na falta de uma usina disponível, o canal The Hacksmith adaptou uma mochila personalizada para servir de fonte, com um circuito que controla o fluxo de gás.

Para finalizar, quanto à força, o sabre artesanal mostrou-se super eficiente ao passar direto por uma porta de aço.

Confira o vídeo abaixo: