O que falar sobre todo esse empenho é que, o equipamento se trata do "primeiro sabre de luz retratil baseado em plasma do mundo". Seu punho, construído no estilo steampunk, é capaz de enviar um fluxo laminar de gás propano líquido comprimido e também de oxigênio, que queima a uma temperatura, pasmem, de 2,2 mil graus Celsius.
A queima, por sua vez, ocorre de forma concentrada através de bicos laminares utilizados pelos construtores de forma que permite o escape de um fluxo extremamente concentrado de gás, formando um feixe de plasma. Esses bicos são os mesmos utilizados na indústria para soprar o vidro incandescente e custam algo em torno de US$ 4 mil cada.
Mas como funciona o sabre de luz?
O primeiro efeito notável de um sabre de luz é a sua a cor. Ela é obtida por meio da adição de alguns produtos químicos à mistura. Exemplo: colocando cloreto de sódio – sal de cozinha, o feixe do sabre se torna amarelo, como o da Rey (Daisy Ridley) no Episódio IX: A Ascensão de Skywalker.
Ácido bórico torna o feixe verde, o cloreto de estrôncio deixa-o vermelho e o de cálcio traz uma cor âmbar.
O segundo item do sabre de luz, importante por sinal, é a energia, seria necessário uma usina nuclear para ser como a que vemos nos filmes, de acordo com Hobson. Na falta de uma usina disponível, o canal The Hacksmith adaptou uma mochila personalizada para servir de fonte, com um circuito que controla o fluxo de gás.
Para finalizar, quanto à força, o sabre artesanal mostrou-se super eficiente ao passar direto por uma porta de aço.
Confira o vídeo abaixo:


